
A recomendação da vez é Bright Eyes. Me fez ficar triste, mas eu amei.
Abaixo, um exemplo da profundidade das letras. Detalhe: o som é disso para pior (melhor). Depois alguém só me diz, analisando a situação - que aliás hj não tem nada ver comigo mesmo - It´s really Cool ?
"It's Cool, We Can Still Be Friends"
Yeah, you still kiss me, but it's just on the cheek
Yeah, you still kiss me, but it's just on the cheek
Yeah, you still kiss me sometimes, but it's just on the cheek
You pull away so easily
And I still call you, but I get your machine
And I still call you, but I get your machine
And if I'm lucky I guess, I get your roommate answering
But you're at the bar, or at Gene's
And we go to dinner, but you won't hold my hand
We sit at the same table, but we don't play with our feet
Yeah, we still go to dinner sometimes, but we don't sneak a kiss
When the waitress turns around
And we still watch movies, but we don't share the couch
And we still rent movies, but we don't share the couch
Yeah, we still watch movies sometimes, but you don't lay in my lap
The plot is slow, take a nap
And you even stay over, but now we stay in our clothes
Yeah, you'll even sleep over, but now we stay in our clothes
Yeah, you even sleep over sometimes, but we stay in our clothes
I'm only there so that you're not alone
And you say that I hurt you, in a voice like a prayer
Yeah, you say that I've hurt you, and your voice is like a prayer
Yeah, well maybe I hurt you sometimes, but let's contrast and compare
Lift up your shirt, the wound isn't there
I guess that your truth, is just the ghost of your lies
I guess your kind of truth, is just the ghost of your lies
Yeah, your kind of truth, darling, is just the ghost of your lies
I see through them all the time
So I'm pouring some whiskey, I'm gonna get drunk
Yeah, I'm pouring myself some whiskey, I'm going to get really fucking drunk
I'm pouring some whiskey right now, I'm going to get so, so drunk
That I pass out, forget your face, by the time I wake up.
February 14, 2006
Bright Eyes
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To me you´re perfect!
Seguinte, esse post eu fiz ontem e acabei nao postando. E pq ? pq muita gente considera o filme ruim. Muita gente não sabe de nada. Muita gente devia morrer. Eu adoro esse filme, no cinema vi duas vezes e aluguei não sei quantas. Não ligo mais para o que muita gente diz. Aí hoje a Marcela, que eu considero demais a opinião sobre cinema, falou supeeeer bem (aliás que gosto ela e a Drika têm pra filmes viu.....) e o Leo tb elogiou, então não preciso da opinião de mais ninguém.
É o post 51, mesmo que fosse o 50, aqui é o lugar da destopia. Aqui pra vim todo cheio de espectativa e quebrar a cara. Ok? Onde eu posso sim as vezes falar coisas interessantes e as vezes simplesmente contar algo que me marcou. Como é o caso. Então é o seguinte. Podem falar o que for do filme Love Actually (Simplesmente Amor), mas: 1º Acho bem bonitinho, 2º É irado o rockeiro falando "crianças, não comrem drogas. virem astros do rock que eles te dão de graça". Agora, tem uma cena que eu considero realmente muito boas, muito emcionante. Bastante boas mesmo.
toca na casa dela (que ta morando com o marido), poe um som e fica mostrando cartazes, sem dizer nada. (Essa que ilustra o post) É uma bela declaração de amor, das silenciosas, uma das melhores do cinema.
Bom, é de arrepiar. O filme todo é de closes dela. Ele o tempo inteiro filmou só ela, da igreja à festa. Cenas lindas, que explicitam a paixão de alguém. (Essa cena é antes da que eu contei primeiro). Tá, não sou nenhum Saramago pra descrever as coisas direito, então assistam. É também o primeiro filme estrangeiro em que o Santoro fala.
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13:49
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February 13, 2006
SÁBADO, 11 de fevereiro, 2006. Santos - SP
Perfil do bar: Arrumadinho pra Santos.
Rolou química e afinidade.
Estilo do programa: Só breja e conversas sobre arte.
Fato engraçado: Dawson.
SEGUNDO
Perfil do bar: Todo mundo fica em pé que nem trouxa. Sucesso em comunidades ribeirinhas.
Não rolou afinidade, mas rolou química.
Estilo do programa: Se fudendo do começo ao fim. Mais ênfase na pinga.
Fato engraçado: Briga no bar porque eu tinha dito pro cara que tinha cigarro, mas não tinha.
Fato engraçado 2: O Roberto tomou um capote na água.
Fato interessante: Eu não tava na briga, outros dois que brigaram por causa da história do cigarro.
Fato interessante 2: A chuva ficou por cinco horas sem parar. Deu pra molhar até o meu ânus.
TERCEIRO
Perfil do bar: Na avenida da praia, mas totalmente fechado, sem vista pro mar e tal. Santos tem grandes empreendedores.
Já tava rolando química e afinidade com tudo e todos. (não no sentido gay porra)
Fato engraçado: Ricardo e Roberta.
Fato interessante: Só lembrei ontem que existiu esse bar no programa.
QUARTO
Perfil do bar: Loja de conveniência em posto de gasolina. Sucesso master em Santos. Só quem é bamba vai lá.
Nem química nem afinidade.
Fato interessante: Só fui lá buscar meu celular. Daí finalmente pude ir dormir e acabar com meu inferninho.

PS: É, esse é o post 50 do nosso blog.
PS2: Vou deixar o 51 pro Omar porque ele tem boas idéias.
UuhHhHhhH quem disse que a gente não lembra do gran.. tanto pro mal quanto pro bem né.
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Léo Olmos
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16:19
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Evolução de Darwin
Acompanhem comigo por favor. A teoria diz que primeiro surgiram os seres unicelulares, daí bicelulares e daí pluricelulares. Então evoluíram pros seres invertebrados. E esses seres se trasformaram nos peixes, os peixes começaram a criar perninhas e não precisar respirar na água. Anfíbios. Os anfíbios evoluíram e daí não precisavam mais ovular dentro da água. Répteis. E os répteis criaram sangue quente, e partiram pra dois novos reinos, as aves e os mamíferos. E os mamíferos foram evoluindo até chegar nos seres mais evoluídos que conhecemos: os seres humanos.
Em primeiro lugar preciso colocar que não sei se estou certo com relação a algumas afirmações que fiz acima. É, pelo que lembro que aprendi era assim a teoria. Claro que alguns trâmites evolutivos não foram citados, mas isso não é o importante se eu deixei faltando. Vamos às minhas dúvidas.Se o peixe evolui pra anfíbio (e etc), então é porque o anfíbio é um ser mais avançado, resiste mais e tal. Mas então por que ainda existem peixes no mundo? Qual é o sentido? Por que não só anfíbios porra? E não vale responder que é pra servir de comida. Porque aí o argumento estaria mais ligado a uma possível força superior do que ao nosso querido Darwin. Quero a resposta dentro da teoria evolutiva.
Outra. Eu disse acima que os répteis evoluiram pra aves e pra mamíferos. Nesse caso específico, por que a evolução cai na cadeia alimentar? Quero dizer o seguinte: por que um jacaré evoluiria pra um flamingo ou mesmo pra um búfalo? Por que? Porque eu vou evoluir pra algum animal que pode ser destroçado pelo que meus antecedentes já foram? Pra que isso, eles são burros ou o que?E a terceira, que tem a ver com a de cima. Os seres humanos. Qual é o ponto desses caras? Os que nós temos de tão especial? Não temos super-venenos hiper fortes, não temos garras, não temos bicos, nem asas, nem velocidade, nem rabo etc. Não temos nada disso que claramente está ligado à sobrevivência. E aquele que é mais apto é o que sobrevive, portanto é o mais propenso a sobreviver e então evoluir. Então por que somos os mais evoluídos?
Tá, temos o cérebro. Tudo bem, naquela ordem que eu escrevi acima, o cérebro é também algo que vai aumentando de reino pra reino. Até chegar em nós. A conclusão é que nada dessas ferramentas fenomenais que vemos nos programas de animais não são nada comparadas ao cérebro? Porra, põe o Einstein na selva e veja como ele se vira? Quero ver ele durar mais de duas horas naquela porra!Por isso que digo que segundo a teoria da evolução isso não faz muito sentido. Sério, alguém explica?
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Léo Olmos
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15:15
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Buenos dias princesa!
Fora isso, estou preparando não uma paródia, mas uma nova versão para "Wal
k the line" do Johnny Cash, como se o eu-lírico estivesse numa situação oposta à retratada na música. Assim que tiver pronta eu posto. Tomara que fique a contento. E se não tenho um post mesmo aqui é porque o momento não é de inspiração criativa.Se algum dia uma banda de punk histórica quiser usar um post meu para fazer uma letra, eu empresto. Enquanto isso, pego uma letra do Ramones para postar. Não precisam ouvir, mas leiam. Leiam como fosse uma poesia. É PRIMOROSA, belíssima. Desculpe-me quem já conhecer. Mesmo estes, leiam novamente.
Baby, I LOVE YOU
Have I ever told you how good it feels to hold you
It isn’t easy to explain
And though I’m really trying I think I may stop crying
My heart can’t wait another day when you kiss me I just gotta
Kiss me I just gotta kiss me I just gotta say
Baby I love you c’mon baby
Baby I love you ooh-wee-ooh baby
Baby I love I love only you
I can’t live without you I love everythinh about you
I can’t help it if I feel this way
Oh, I’m so glad I found you I want my arms around you
I love to hear you call my name oh, tell me that ya feel
Tell me that ya feel tell me that ya feel the same
Baby I love you c’mon baby
Baby I love you ooh-wee-ooh baby
Baby I love I love only you
Oh, I’m so glad I found you I want my arms around you
I love to hear you call my name oh, tell me that ya feel
Tell me that ya feel tell me that ya feel the same
Baby I love you oh, oh ,oh, oh
Baby I love you
Baby I love you
Baby I love you oh, oh
Baby I love you
C'mon baby

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February 10, 2006
Bichinhos na Natureza 2
E então o coelhinho retorna da toca dos malvados. Não sabiam? É, ele tinha ido lá. Ele ficou tão impressionado vendo o quanto a natureza era bela que andando e andando até chegar nessa merda. E mais, esse porra fungava o narizinho que nem um filho da puta! Aí que ele não ia ver pra onde tava indo mesmo.A galerinha light da floresta estranhava aquilo. Mas bem, isso era antes dele sumir. Antes dele ter a péssima idéia de não ver pra onde tava indo. E logo pra toca dos malvados. Puta coelho burro.
Deixa eu falar pra vocês um pouco sobre a toca dos malvados. Lá a coisa funciona de outra forma. Lá ninguém tem Juízo, e o cansaço não é relativo! O cansaço é relativo, vocês sabem disso né? Bom, se não sabem fica prum próximo post. Lá não é que nem Santos ou São Paulo, que ele estranharia mas logo acostuma. Lá entre umas e outras o pessoal vai levando. Lá o pessoal nunca tá cansado. Nem pra bater nem pra consertar o carro! Não tem essas merdas de burocracia de escritório, e conversas no banheiro (ou afins, como vimos em Berlim) não são permitidas. Lá eles são contra isso tudo, inclusive contra vodca (viu Omar e Léo).
O coelhinho logo percebeu que bichos escrotos não eram notados ali. Todos eram escrotos. Tudo era nessa mesma merda de padrão. Um conceito deixa de ter sentido quando ele é banalizado. Porra, de que adiantava ele ser tão branquinho se não havia mais o conceito de bichos escrotos? Ele era só mais um merda lá no meio. Mais um cupido no meio de filhos da puta.
Daí ele desesperado procura algo simpático pra cheirar e poder mexer seu narizinho daquele jeito simpático que só ele sabia fazer. Mas se nem na Paulista tem flores, imagina na toca dos malvados!
É pequeno coelho, sinto que dessa vez você se encrencou. Ainda mais com esses mil corpos bloqueando sua saída não é? A velocidade herdade de seu pai coelho não adiantaria de nada nessa casa. Se pelo menos tivesse herdado sabedoria.- Alguém tem Nicotina? Serve um cigarro..
Claro que todos tinham, mas não iam dar esse prazer ao deslocado roedor. Ele que continuasse cheirando por aí. Aliás, como aquilo fedia hein? Se pegássemos os 22 tipos de Amigos Fedorentos e apertássemos a cabeça de todos não conseguiríamos um resultado tão eficiente.
É, os caras lá não poderiam ser mais escrotos! Porra, parecia Alice no País das Maravilhas dirigido pelo Mariryn Manson. Que tipo de alma doentia permitiria uma loucura dessas, o coelhinho não acreditava em mais nada. Ele era o mocinho da história e não tava nem perto de ter controle da situação. Porra. Pela primeira veio essa palavra na cabeça do coelho. Até que é legal essa putaria! Depois de um tempo começa a gostar, não tem jeito.
E não é que o desgraçadinho reparou nas duas minas (se) amassando (n)o fundo da toca? (ambiguidade? Talvez sim, talvez não) Um fiozinho de sangue escorria de uma veia.
Então alguma coisa aconteceu no coração do little rabbit. Não sei se vou saber explicar ao certo o que foi, talvez melhor perguntar direto pra ele. Mas foi mais ou menos assim: ele (o coração) ficou maior, cabia mais coisas nele. Querer respirar ar puro não era mais prioridade. Ele só queria respirar. As regras de convivência não eram mais necessárias. Assim como o conceito de bichos escrotos não precisava existir mais. Ele não era mais um rejeitado pelo diabo. Em pouco tempo já havia se tornado um fumante a beira de um ataque de nervos. Ele era um deles agora. Ou um de nós.
Eu falei no começo que o coelhinho retornou da toca dos malvados né? Não voltou não, ele ficou por lá mesmo.
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Léo Olmos
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17:06
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Cupido Filho da Puta
que sabe
ele é o que sabe
o que acha que sabe
o que faz?
é filho da puta
profissão: filho da puta
pensa
demora pensando
confabulando
até pegar é ignorado
excluído
esquecido
por isso se vinga
e como vinga
o que faz?
é filho da puta
só expõe
nada mais
num bar inferno
te chama
e sorrindo
como um filho da puta
pergunta: já reparou nessa pessoa?
trabalho feito
missão cumprida
profissão: filho da puta
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February 9, 2006
And Then Nothing ...

NÃO! Esse pequeno texto não é meu, lamento pessoas leitoras. O texto (que está no formato em inglês original abaixo) é do começo de uma música eltrônica, introduz ao que vamos ouvir nela. E é sensacional, a música toda claro.
Coloquei sem itálico ou algo do tipo justamente pra enganar vocês! Para que fosse pensado que o texto é meu, e daí lido com carinho ou críticas, mas pelo menos lido. Não como se fosse uma citação.
Acho que o homem precisa as vezes recorrer ao nada, ao vazio e ao vácuo. Fugir de si mesmo e desencanar de saber por que somos tão idiotas. Lá ele encontrará as respostas? Não, nem acho isso.
Mas lá pelo menos ele irá se sentir bem.
Imagine if you can, what it is like to have no possessions at all. Nothing. Very few people are able to imagine such a thing, to have nothing at all. Let us, you and I, try to imagine something a hundred times harder. Not just to have nothing at all, but when there was nothing at all. The very beginning of time. The dawn of history. Page one. Nothing at all. The Earth itself, without fauna. Void. Only emptiness. Formless. A dark endless waste of water. No living thing, no plant, no tree, no bird, no animal. Nothing. This is before people. Before anything at all. A void. Sitting silent. Still. And then, nothing.
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Léo Olmos
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18:57
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Eu vou assaltar teu prédio, maluco!
E então o cara se revoltou. E no país que não é sério, escolheu um pub para protestar contra a burocracia do mundo moderno. 'Três cartões aí pra pagar minha cerveja' - 3 cartões que tiram do mesmo dinheiro. 'Pra que caralhos carteirinha da academia se eu entro lá com a impressão digital?'. Ainda assim, se indigna com a cifra apresentada, mais de meia centena de reais. E retruca: "mas eu fiz igual a todo mundo!" E é obrigado a escutar: "não, todo mundo não veio aqui jogar um monte de cartão no balcão" (uns doze ele jogou) . É, O,Maylleyys (eu juro que vou fazer um curso na Irlanda pra aprender a escrever o nome do Pub) é sempre maravilhoso. E sabe o que reparei? Nunca é igual, sempre têm coisas inéditas. Só ontem, fomos com um grupo inédito, comemos lanches inéditos, cervejas novas e até jogo do Santos, que lá nunca tinha visto. Ponto pro O´M. Aliás ultimamente garconetes inéditas também têm sido a tônica. Precisamos registar aqui: (Ci) Dinha, cadê vc ????
"Amor, então,
também acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima."
P. Leminski
Destopia divertida é assim, não acaba na poesia. Se não, sairíamos felizes. Acreditando que tudo é bonito. E eu não sou piedoso.
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February 8, 2006
Heróis e Vilões (spoiler Collateral)
O título Spoiler é usado em textos que falam de finais de filmes ou livros, para que pessoas que ainda não assistiram ou leram não vejam o texto e estraguem a história. Então se você não viu Collateral nem leia abaixo.A luta entre mocinho e bandido é colocada de uma forma bem legal nesse filme. Eu acho que isso é grande fator por ser um filme irado. Roteiro e tal. Não sei se alguém estranha eu escrever "mocinho" e "bandido" aqui, nos dias de hoje. Peguei esse costume com meu pai, que sempre acha um mocinho no filme, e o conceito é bem desenvolvido em Lisbela e o Prisioneiro, onde eles passam um tipo de revival-preto-e-branco-livre-adaptação do Médico e o Monstro. Então vou usar esses dois nomes bastante aqui, portanto, não contem com aspas em volta desses dois ícones.
Acredito ser possível dividir o mocinho em três grandes tipos. O primeiro é o carinha frio, seco e as vezes até mau, mas que faz o trabalho dele na história. os mocinhos sempre fazem o que precisa ser feito, de uma forma ou de outra. Uns exemplos podem ser o próprio Huppert Bogart em Casablanca, a maioria dos papéis do Clint Eastwood (Os imperdoáveis por ex) ou papéis do tipo Clint Eastwood; um exemplo mais recente que lembro é o Keanu Reeves no Constantine. Esses mocinhos as vezes se machucam. Dão mais sangue do que os outros dois tipos, e vivem num dilema: normalmente destestam o que fazem, mas sabem que têm que fazer porque são os únicos bons o suficiente. O próximo tipo é o mocinho invencível, que ninguém acerta o tiro, que não sangra, não sua e pega qualquer mina. Daí tem vários, é até chato lembrar: tem os 007s a partir do Timothy Dalton, tem o Tom Cruise em MI2, tem o Vin Diesel em sei lá, Triplo XXX (hauuhahua tosco hein), bom, exemplos desse não faltam. Mas como eu disse, chega a ser chato ficar lembrando. E terceiro tipo é um muito interessante; é o mocinho que é gente como a gente. É o mocinho do povo, da galera. Que de alguma forma caiu uma missão na mão dele e ele precisa resolver aquilo pra salvar o mundo. E quem diria, no começo do dia ele nunca ia imaginar estar usando roupas caras e pegando as minas gatinhas. Ele era um ser normal antes de ser encobido da tarefa. Ele era um Zé Ninguém. Tem os peões do Armaggendon salvando o mundo de um asteróide do mal, tem sei lá, o Chris Rock em Má Companhia. Ou o taxista Jamie Foxx em Collateral.
Mas aí tem o outro lado da história! Os vilões. Aqueles que nós amamos, mas queremos ver trucidados no final do filme. E sempre acabamos vendo. Porra, esses caras são fodas! Eles representam o que nós gostaríamos de fazer, enquanto os mocinhos representam o que de fato fazemos! Por isso mocinho x bandido nunca deixa de ser legal. Não quero dizer que não é possível, mas digo que prefiro não colocá-los em categorias como fiz acima. Os caras são maus de verdade. E eles não precisam de motivo. O motivo pra eles existirem se limita ao motivo que o filme existe, ou mesmo que o mocinho existe ou precisa existir (como em Corpo Fechado). Sem eles não há nada. Não há onde a gente se espelhar pra criar o super-ego nosso, e saber o que é errado e o que é certo pensar. O bandido normalmente tem estilo. Se não tem é porque o mocinho é o cara com estilo no filme. Mas normamente o vilão rouba a cena. Não? Acho que sim. Citar Hannibal Lecter (Hannibal the Cannibal) seria forçar a barra pro meu lado né? Mas não precisamos de tanto. Tem por exemplo o Danni de Vito em Com o Dinheiro dos Outros, que é um cara super rico, ama o dinheiro e tem o seu estilo, mas é o vilão da história - e tenta nos ensinar alguma coisa em algum ponto da história. Mas esse filme é comédia (e boa) e sai dos padrões que quero discutir aqui. O vilão pode ser qualquer coisa, desde um asteróide, um sociopata ou um ganancioso com talento. No caso de Collateral o vilão é um sociopata mesmo. Eu diria tranquilamente que o personagem Vincent interpretado por Tom Cruise faz o filme. Não querendo demerecer a atuação do Jamie Foxx, que é igual ou superior a do Tom Cruise; mas sim o papel dele no roteiro. Vincent é um cara frio, que mata por dinheiro, e principalmente um sujeitinho vazio. Tão vazio que preenche a noite de Los Angeles. Uma ilustração é:Max: You killed him?
Vincent: No, I shot him. Bullets and the fall killed him.
Ou então:
Vincent: There's no good reason, there's no bad reason to live or to die.
Max: Then what are you?
Vincent: I'm indifferent.
O que eu acho legal pra essa análise é o quanto esse personagem vazio sabe se relacionar bem com seu ambiente e com sua vítima, e ele mais do que qualquer outro no filme sabe analisar o contexto. Ele é o único lá que sabe o que quer e tem seus objetivos. Os outros surgem no caminho e sabem que tem que impedí-lo. Já Max tem seus sonhos que nunca seriam realizados. Vincent faz ele perceber isso. Um "cara normal" não só deixa de ser um cara normal por matar o assassino, mas também por perceber sua própria insignificância e daí em frente mudar. A melhor mentira é aquela que contamos a nós mesmos e acreditamos plenamente. Max sofria disso, mas o Vincent não.
Bom, o filme é excelente em edição, e junto com isso vem trilha sonora ou efeitos sonoros (acho que nem existe mais!); fiquei até com vontade de comprar o CD (é, CD mesmo, lembram?). Mais porque dão cor e ação ao filme. Ele é sensacional enfim. Me fez pensar a importância de um mocinho e um bandido na tecelagem de uma história. Vi um documentário em que Michael Mann fala da importância que deu no momento da morte do Vincent; em que eles estão andando de metro e atrás do vilão morrendo vai surgindo uma árvore, e que representa mais uma vida em contraste com mais uma morte. É um puta cara caprichoso. Esse contraste é mostrado o tempo todo, inclusive na cor da pele dos dois protagonistas, e mostra a questão de um completar o outro, do Ying Yang, I Ching, Coincidência Cósmica ou essa merda toda. hehehehe
Desculpem o tamanho do texto mas achei importante colocar algumas coisas aqui. Um dia ainda tomo coragem pra colocar tudo que precisa ser colocado.PS: Não deixem de visitar http://www.jasonbeamstudios.com , que foi de onde eu tirei as outras imagens sem ser a do filme. É engraçado porque foi só eu pensar em Vampiras Lésbicas que já surgiu em minhas mãos um site de um cara que faz imagens fodas também sobre isso. Animal, visitem!
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Léo Olmos
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And the winner is....
Geisha! Sim! Sim! Que lindo filmeeee!! Lindíssimo! Acabei de voltar do Kino (aliás, tenho gostado cada vez mais daquele cinema, não compromete em nada) com a Diiiiiiiiiiii (eeeeeee, ela voltouuuu) (grrrrrrrr nem vo comentar q logo mais ela já vai) e o filme é maravilhoso. Memórias de uma Gueixa. Ah, que beleza de filme. Um filme! Sim, um puta filme! (Drika, desculpa o palavrão, é que o filme é mesmo du c......)
Queria ter a competência de um Joca para comentar o filme em todos os seus aspectos, mas deixo cada um sentir a beleza ao assistir. Só posso dizer: assistam. Não entendo realmente por que fic
ou resguardado à apenas algumas indicações técnicas do Oscar... Mas paciência. (Eu sei pq, é pq 'Capote' promete, e muito! Da-lhe Saymour Hoffmann!) .
Bom, o filme. O que dizer? Só digo, é bonito em todos os aspectos, todas as cenas, todos os momentos. Sílvio, peço ajuda aos ex-universitários, amiga Di, por favor, seus comentários para encerrar esse post que é na verdade uma convocação:
"sensivel e tocante, arte deslumbrante, me tranportou a realidade da historia, como se as aspiracoes e desejos da persogem tivesse me sido compartilhados, despertados pela riqueza visual do filme." palavras da futura diretora de arte.
PS: e com isso, Munique vai ficando cada vez pior....
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Wobler
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February 7, 2006
Dear Diary Moment
confortable, so fucking happy that I get weak and with no courage to try anything else. I don´t really know if I do have a chance or not. But always I preffer not to loose her friendship and all her qualities near me. I´m in suck a good moment of my life, people say it to me! (Ok Leo, credits to you) And I suffered a lot to get to this point, so I´m afraid to loose ANY good thing that is happening.
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February 6, 2006
2001 A Odisséia do Olmos ou Vampires Lesbian
E havia um consenso universal de que tudo que fazíamos estava certo, que estávamos ganhando.Muitas partes da vida são assim. Talvez todas, por que não? Minhas idéias e conceitos sobre o certo e errado sempre tiveram apoio de pessoas próximas de mim, que agregavam mais loucuras ou simplesmente concordavam. Hoje ainda deve ser assim, mas a gente é cego pra entender o hoje. Falar sobre a vida - e sobre mim mesmo - é uma das coisas que mais gosto de fazer. Olhar pro próprio umbigo e a partir dele ver e criar meu mundo. Será que alguém me julga ou já julgou silenciosamente por isso? Não precisa, já faço isso por todos vocês.
Ao olhar para uma pessoa que está ao meu lado eu vejo o quanto aquela pessoa é parecida, ou o quanto me interessa o que a interessa. Ao olhar para uma paisagem enxergo a mesma coisa, a partir do mesmo sistema de raciocínio. Se juntarmos os dois teremos uma pessoa-paisagem (ou mulher-samambaia hehehe malz), e mesmo nesse caso ainda vejo a mim mesmo lá, em algum lugar.
Nosso blog falando sobre as destopias divertidas é mais uma prova de o quanto gostamos de olhar pra nós mesmos. E o meu texto sobre os amigos fedorentos nada mais é do que o meu próprio julgamento sobre o que é o certo e o que é o errado. Mas quem sou eu né? De qualquer forma ainda sinto que existe esse consenso universal (preciso explicar que o universo sou só eu?), e sinto, com todas as minhas forças, que estamos ganhando.

PS: O segundo título é o seguinte: tava procurando imagens pra colocar aqui, daí fui no google e pensei vou escrever palavras que gosto aqui e vejo o que aparece. Daí escrevi vampires lesbian e deu essa foto animal que coloquei lá no começo! huauhahuahua
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Léo Olmos
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February 2, 2006
Loucura ao cubo + 1
Lembro que tudo aqui sempre pode ser ficção hein. Não acreditem muito em tudo não. Bom, mas vamos lá. Não é jornal nem nada, mas como somos muito bem informados, antenados, malandros e irreverentes, vou lançar uma bombinha cinematográfica. Amigos, visitantes, pirem: Marilyn Mason (esse doido irado aí) vai descabaçar na direção de cinema. EEEeeeeeeeee. Sim isso já é motivo de muita festa e orgia. Merda não pode sair. uahauaauh. Bom, isso já é ótimo?? Mas não, eu guardo mais deleitesss!!! Ele vai dirigir um filme que se chamará Phantasmagoria !
!! Poxa, já é um nome bem legal tb né ?? Tá bom, eu falo sobre o que é, pra todo mundo despirocar de vez: Vision´s of Lewis Carroll !!! Sim, Alice no país do LSD !!!! hauauhua ANIMAL absurdo!! Sério, imagina o doido contando a história louca feita pelo pirado ????
Bom, vo traduzir as ilustrações aqui, já que depois vão me cobrar as referências. pela ordem das imagens: 1- Marilyn Mason, 2- Lewis Carroll, 3- Uma pintura feita pelo Marilyn e 4- "Alice in Wonderland" só pra ilustrar
Caros, guardei uma bombinha pro final, sobre a mesma notícia: até onde sei, O PRÓPRIO mASON VAI INTERPRETAR O L. cARROL! É aguardar pra ver. E vamos ao cinema sóbrio hein, uahuauhhauhuah UAHUAHAUAUHAUUAHAHA A
HAHAHHHHHHHHHHAAAAAAAAAAAAAAAAA
.
.
.enquanto isso, comprem palavras cruzadas e levem seus iPods ao cinema, caso planejem ver Munique hahaha. Até!
PS: é foda. Meu "chefe", o qual eu descrevo como 'Is my boss a modern blond Jack Sparrow?' acab
a de simular um leve ataque epilético quando o chamei para tirar uma dúvida. Assim quem aguenta? Vou ouvir Kaizers Orchestra para descontrair < mais ainda.
meninos(as) eu vi: trailer do filme DO SEINFELD !!!!!!! imagina, deve ser loukissimo, + vejam isso q eh bom, d +, diferente d qquer outro: http://www.apple.com/trailers/miramax/comedian.html
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